quinta-feira, 18 de outubro de 2012

INSENSATEZ


INSENSATEZ
Gildo Alves Bezerra

Falo de quem não conduz.
Bem o bem público.
Para o público.

Não mim calo
Quando vejo
A Falta de desejo
De combater as desigualdades
e as injustiças.
Em nossa cidade.
Pela falta de solidariedade
Dos Gestores e vereadores
Com os menos favorecidos:
Os trabalhadores.

Não Valorizam os Professores
Gostaria de um discurso bem mais feliz
Em um ano de comemoração
 De 180 anos de emancipação
Os professores vivem mais um ano de desvalorização.
Educação não é prioridade
Nesta cidade da Prefeita e dos Vereadores.


Desrespeito ao Estado Democrático de Direito.
Em Laranjeiras deles
Pra que as leis respeitar!
Se essa é a forma deles administrarem
Pra que o povo e as leis respeitar.
Quem manda e desmanda
De suas fazendas
Dizem quem vai administrar e legislar.

Perguntem- Pra que e para quem eles são colocados lá?
Priorizar as políticas públicas seria negar seus tutores.
As pessoas humildes ainda lhes chamam de doutores.

Esses malfeitores
Que abandonam as escolas, os professores
E os filhos dos trabalhadores.

Respeitar a educação
Valorizando os educadores
É valorizar seus filhos trabalhadores.

Oxalá! Algum dia vocês possam perceber que os fazendeiros.
É quem manda nesta cidade.
Explorar é seu destino
Aos pais e meninos.
Para de forma que siga o desatino da “Ordem e Progresso”.
A quem atende essa ordem e progresso?

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

QUEM SÃO "OS FORA DA LEI" EM LARANJEIRAS?


QUEM SÃO “OS Foras da Lei” em LARANJEIRAS?

Gildo Alves Bezerra

É uma vergonha perceber que o Município de Laranjeiras, um dos mais ricos do Estado de Sergipe, é o único que quebrou a carreira dos profissionais do magistério e desrespeita a nossa CONSTITUIÇÃO FEDERAL (ART. - 206 que se refere aos princípios do ensino: desrespeita ao item V-VALORIZAÇÂO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÂO ESCOLAR e o item VIII- PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL PARA OS PROFISSINAIS DA EDUCAÇÂO ESCOLAR PÚBLICA), a Lei do Piso (ART- 2º referente a definição do profissional da educação: desrespeita ao § 2º- POR PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO PÚBLICO DA EDUCAÇÃO BÁ SICA ENTENDEM-SE AQUELES QUE DESENPENHAM AS ATIVIDADES DE DOCÊNCIA OU AS DE SUPORTE PEDAGÒGICO À DOCÊNCIA e ART. 6º A UNIÃO, OS ESTADADOS, o DISTRITO FEDERAL e OS MUNICÍPIOS DEVERÃO ELABORAR OU ADEQUAR SEUS PLANOS DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 2009), a LDB (art. 61º CONSIDERAM-SE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR BÁSICA OS QUE NELA ESTANDO EM EFETIVO EXERCÍCIO E TENDO SIDO FORMADOS EM CURSOS RECONHECIDOS – I PROFESSORES HABILITADOS EM NÍVEL MÉDIO OU SUPERIOR PARA A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NOS ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO) e também a lei municipal, 23/2009 (art. 29-Fica assegurado nos termos da Constituição Federal revisão geral anual da remuneração dos profissionais do Magistério público do Município de Laranjeiras sempre na mesma data de janeiro e sem distinção de índices). Como os administradores de Laranjeiras não percebem que eles apresentam um atestado de insapiência ou querem achar que somos nós que não entendemos o que significa “sem distinção de índices”? Prefeita e vereadores vocês devem respeitar o Estado Democrático de Direito ou seguir a vontade pessoal de vocês?
Todo esse cenário dos "foras da lei": Prefeita Ione Sobral; Vereadores: Mauro, Ceiça, Carmem, Luciano e Brasilina. Cabem as seguintes perguntas: Qual o respeito que essas pessoas têm com a educação e com a população de Laranjeiras, Esses Ditadores sabem que a educação é fundamental no desenvolvimento Econômico-social dos filhos dos trabalhadores do município? Ou é sua origem latifundiária é que determina a forma e o conteúdo de como administrar Laranjeiras, Dizem que é "Laranjeiras da gente"? Mas, Qual é o conceito que a prefeita e supracidos vereadores têm de gente? Será que é para a população não perceber a injustiça e a exclusão social presente principalmente entre os afrodescendentes que a educação não é priorizada em Laranjeiras?
Nem direito a memória os afrodescendentes tem. VISTO QUE, NÃO SE CRIA AS CONDIÇÕES PARA A EFETIVAÇÃO DA LEI FEDERAL 10639/2003. POR QUE SERÁ? Veja o que Diz a LDB “Art. 26-A. Nos estabelecimento de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena”. Vejam torna-se obrigatório o estudo dessas temáticas com a palavra os gestores e vereadores para explicar o porquê isso não acontece em nossa cidade. “Mas, a memória coletiva é não somente uma conquista, é também um instrumento e um objeto de poder”, Le Goff. Então, Percebam porque a prefeita e os cinco vereadores não valorizam os profissionais do magistério com o pagamento do piso salarial nacional e com a implementação de política de formação continuada para os professores algo fundamental visando uma educação de qualidade social.
 A educação merece respeito. E o respeito inicial a educação é pondo em prática as leis do nosso país. Mas, Isso em Laranjeiras do patrimonialismo é pedir demais! Aqui são famílias de donos de terras que revezam no poder.
Então, Como comemorar 180 de independência da cidade neste cenário de injustiça e desrespeito ao um direito fundamental para o desenvolvimento da população que é a educação? A educação não pode ser vista como gasto, como pensam os conservadores e sim como investimento social, como pensam aqueles que desejam uma sociedade justa e igualitária. Para não serem “foras da lei” o respeito ao Estado democrático de direito deve ser o princípio a ser seguido por administradores (Presidente, governadores e prefeitos) e legisladores (Senadores, deputados e vereadores). Mas, isso em Laranjeiras parece que é exigir demais! Por que será que a prefeita Ione Sobral e os vereadores citados anteriormente não querem o cumprimento de nossa Constituição Federal, que diz no “art.206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios... VIII – Piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação pública, nos termos de lei federal”?
Vejam o que nos dizem Nelson Mandela e Paulo Freire e a partir das reflexões do líder Negro e do lutador por uma educação libertadora tire suas conclusões. Mandela nos diz “A Educação e o ensino são as armas que podes usar para mudar o mundo.”
Agora vamos observar o que nos diz Paulo freire “... A luta em favor do respeito aos educadores e à educação inclui que a briga por salários menos imorais é um dever irrecusável e não um direito deles. A luta dos professores em defesa dos seus direitos e de sua dignidade deve ser entendida como um momento de sua prática docente, enquanto prática ética, não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte.”.
População de Laranjeiras ser Profissional do Magistério Público de nossa cidade é abrir mão de nossos direitos como querem a Prefeita IONE SOBRAL e os vereadores: MAURO, CARMEM, CEIÇA, LUCIANO e BRASiLINA? Será que essas pessoas que deveriam agir em pró de uma educação de qualidade social para melhorar as condições de vida da população de nossa cidade se realmente desejassem uma “LARANJEIRAS DA GENTE” sabem o significado dos termos a seguir “...Revisão geral anual da remuneração dos profissionais do Magistério Público de Laranjeiras”... “e sem distinção de indicies”?
Todo esse cenário, que os políticos citados de Laranjeiras, teimam em manter é por que eles entendem a educação como gasto e não como investimento social! E também não se preocupam em respeitarem o Estado Democrático de Direito. Pensem que “A sociedade que não valoriza seus professores se torna egoísta, selvagem, sem valores e sem conhecimento... e pior desumana!”. É ASSIM QUE ELES PENSAM QUE DEVE SER “LARANJEIRAS DA GENTE”?

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Quem são "os foras da lei" em Laranjeiras


“OS Foras da Lei”
É uma vergonha perceber que o Município de Laranjeiras, um dos mais ricos do Estado de Sergipe, é o único que quebrou a carreira dos profissionais do magistério e desrespeita a nossa CONSTITUIÇÃO Federal, Lei do Piso, a LDB e também a lei municipal, 23/2009 (art. 29-Fica assegurado nos termos da Constituição Federal revisão geral anual da remuneração dos profissionais do Magistério público do Município de Laranjeiras sempre na mesma data de janeiro e sem distinção de índices). Como os administradores de Laranjeiras não perceberem que eles apresentam um atestado de insapiência ou querem achar que somos nós que não entendemos o que significa “sem distinção de índices”?
Todo esse cenário dos "foras da lei": Prefeita Ione Sobral; Vereadores: Mauro, Ceiça, Carmem, Luciano e Brasilina. Cabem as seguintes perguntas: Qual o respeito que essas pessoas têm com a educação e com a população de Laranjeiras, Esses Ditadores sabem que a educação é fundamental no desenvolvimento Econômico-social dos filhos dos trabalhadores do município? Ou é sua origem latifundiária é que determina a forma e o conteúdo de como administrar Laranjeiras, Dizem que é "Laranjeiras da gente". Mas, Qual é o conceito que a prefeita e supracidos vereadores têm de gente? Será que é para a população não perceber a injustiça e a exclusão social presente principalmente entre os afrodescendentes?
Nem direito a memória os afrodescendentes tem. VISTO QUE, NÃO SE CRIA AS CONDIÇÕES PARA A EFETIVAÇÃO DA LEI FEDERAL 10639/2003. POR QUE SERÁ? “Mas, a memória coletiva é não somente uma conquista, é também um instrumento e um objeto de poder”, Le Goff. Então, Percebam porque a prefeita e os cinco vereadores não valorizam os profissionais do magistério com o pagamento do piso salarial nacional e com a implementação de política de formação continuada para os professores algo fundamental visando uma educação de qualidade social.
 A educação merece respeito. E o respeito inicial a educação é pondo em prática as leis do nosso país. Mas, Isso em Laranjeiras do patrimonialismo é pedir demais! Aqui são famílias de donos de terras que revezam no poder.
Então, Como comemorar 180 de independência da cidade neste cenário de injustiça e desrespeito ao um direito fundamental para o desenvolvimento da população que é a educação? A educação não pode ser vista como gasto, como pensam os conservadores e sim como investimento social, como pensam aqueles que desejam uma sociedade justa e igualitária. Para não serem “foras da lei” o respeito ao Estado democrático de direito deve ser o princípio a ser seguido por administradores (Presidente, governadores e prefeitos) e legisladores (Senadores, deputados e vereadores). Mas, isso em Laranjeiras parece que é exigir demais!

sábado, 15 de setembro de 2012

VERDADEIRO FATO


Verdadeiro Fato
Gildo Alves Bezerra

 Quem chegar neste país,
De forma distraída.
Não veras que foi subtraída
A verdade dos fatos das coisas.

A festa rola solta
Em 7 de setembro
Dizem que é a independência
Do Brasil.
Santa inocência!
E quanta indecência!!!!

Nós realmente
Nos tornamos independentes?
Até parece que a nossa História é essa paródia
Cômica que a classe dominante
Faz questão de sempre nos passar.

Burlesca
É a visão burguesa
De um país belicoso;
Belicosidade
No Estado e cidades.
É o desfile trágico da opressão: da oligarquia, dos latifundiários...
Sempre usado contra os movimentos libertários!
Pelos golpes civil-militares
Onde para calar nossas vozes
Dizem que “problema social é caso de polícia”.
E que “governar é abrir estradas”.
Será que ”qualquer semelhança é mera coincidência”?

 Se nossa gente
Nisso acreditar
Não sabe que tragédia
Estará a construir.

A visão da classe dominante
Serve para nos reprimir
Elite sorrateira
Nos conta um monte de besteira.

A visão do povo pobre
É seguir aqueles
Que se acham nobres?

Então, que os pobres nunca
Sonhem com a emancipação
De nossa nação?

Ao som de tambor,
Agogô e pandeiros
É que mudaremos
O Brasil inteiro.

Nos falta saúde, educação, alimentação escolar,
Muitas vezes um lar.
E ainda, dizem que meus pais
Tem que se endividar
Para que eu poder do “desfile escolar”
Participar!

A visão etnocêntrica
Nega minha mama África
Na “educação escolar”.
A Guerra querem nos ensinar
Mas, só para sacanear
Paz e amor será meu lema.
E a quem aqui chegar direi que a emancipação do meu povo
Só acontecerá com políticas públicas
Visando a igualdade e justiça social.

Meu caro visitante
De agora em diante
Veja o Grito dos excluídos
Como a forma de emancipar
É a verdadeira democracia
Plena
Que muitos ainda tentam nos negar
As praticas sociais e políticas baseadas na igualdade e justiça social
Nas ruas e avenidas deveriam estar a desfilar!


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Mussuca


Mussuca
Gildo Alves Bezerra

 Sua escrita apresenta uma incerteza.
Não só de ortografia constrói-se poesia e melodia.
Mas, seu cenário é uma beleza.
Mesmo sendo fruto de uma injustiça.
A resistência cultural.
Os tornam quilombolas.
Sem igual.

A mama África tem representação sem igual.
No povo da Mussuca
Povo guerreiro de luta
Na resistência cultural.
O Atlântico negro se faz presente: na Religiosidade, no Samba de pareia, no São Gonçalo...
O som do tambor segue o pulsar do meu coração
Trazendo a emoção do meu ancestral.
Seja no ritual religioso dos terreiros
Tão perseguidos no Brasil inteiro
Nas danças
Beleza negra ao som do agogô, do pandeiro.
Oxalá! Possa demonstrar o que é realmente ser brasileiro.

Igualdade e justiça social possa algum dia
Ao cantar do galo.
Ser festejada
Aos belos ritmos ali existentes
E ao sabor de nossa feijoada.
Uma boa educação não seja só sonhada.
Mas, sim realizada.

Para sua população ser respeitada
E emancipada
Quando sua cultura for valorizada
E também suas condições de vida sejam melhoradas.

Para tudo isso acontecer às políticas públicas
Devem ser priorizadas:
Saúde, educação, saneamento básico, política de geração de emprego e renda, inclusão social etc.
Oxalá! Nossa comunidade possa saber e ver que existe igualdade e justiça social.
Mudando o cenário e roteiro.
Desse Brasil inteiro.

Nos causando orgulho ser brasileiro
Ouvindo as vozes dos afro-brasileiros.
Sabendo que mama África estar presente em todos nós.
Vozes da Mussuca.
Nos conduz para nossa resistência cultural, essência, ancestralidade.
Nossa diversidade étnico-racial.