quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Passageiro do Mundo


Passageiro do mundo
Gildo Alves Bezerra

Do mundo da política
Cobrador do Mundo da justiça e igualdade social.
Um sujeito
Com seu jeito
Abrupto de ser...

Mas, que ver a ternura existente nas rosas e cravos vermelhos.
Um brincante no cordão dos encarnados
Na luta contra a opressão.

Os encarnados podem mudar a estética
Na busca pela emancipação humana
Quando neste caminho primarem pelo afro-brasileiro
E o ameríndio.

Entre a cruz e a espada
Este é o caminho do diálogo...
Compreensão
“Vamos celebrar
A estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja
De assassinos
Covardes, estrupadores
E ladrões...” *

“a lágrima é verdadeira
Vamos celebrar nossa saudade
Comemorar a nossa solidão...
Vamos festejar a inveja
A intolerância
A incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente
A vida inteira
E agora não tem mais
Direito a nada... “ *

Será que gostaríamos de repetir mais uma vez
O cenário de imperfeição?
Alerte-se e liberte-se
Não queria ser passageiro do bus
Da ilusão
Que o condutor...
Nos levará para o mundo da opressão.
Sem Nem uma licitação.

*Os trechos entre aspas são da música, perfeição, da banda legião urbana.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A Vonte da Vida


Na fonte da Vida
Gildo Alves Bezerra

Nós bebemos em varias delas
Que sua beleza transforma-se em aquarelas
Em cenários que achávamos que tinha só belezas
Mas, também lhes traz muitas tristezas.

As cores que mim trazia as mais belas alegrias
Era quando chegavam aos cenários das que encontrávamos cravos e rosas vermelhas.
Essa bebida desse cenário renovava minha vida
E outras vidas.

Não pensei que quanto mais bebíamos
 Poderíamos gerar ações de tristezas.
Talvez nem precisássemos beber tanta bebida
Para ver o sentido da vida.

Ou que os cenários fossem inadequados para certos diálogos e “Bebidas”.
Ou com diálogos jamais faremos “uso de certas bebidas”.
Que podem até atrapalhar o sentido da vida!

domingo, 21 de outubro de 2012

EXCLUSÃO

EXCLUSÃO
Gildo Alves Bezerra
As exclusões: social, econômica e política.
É uma construção
Desconstrução
Baseada numa noção
De mando
E desmando.
Quem manda?
Quem desmanda?
A elite.
Não, não é apenas palpite.
A visão de sociedade
Da elite é excludente.
Da maioria de nossa gente!

Pra que?
Para manter os privilégios
E excluir os trabalhadores
Os educadores
Formadores da crítica ao:
Individualismo,
Egoísmo;
Baseados no:
Eurocentrismo,
Etnocentrismo,
Capitalismo...
Então, Os Afro-brasileiros e indígenas.
Que se danem
 É assim pensa a elite latifundiária da: terra, comunicação, educação, alimentação etc.
Aos afro-brasileiros e indígenas
Ela desejou e deseja a extinção
Desses povos de nossa nação.
Antes com a exterminação
Com a “cruz e a espada”
E imigração.

Hoje com a negação do direito a história, a memória coletiva;
Também com a negação das políticas públicas: Saúde, educação, saneamento básico, inclusão étnico-racial, inclusão digital, alimentação escolar digna.
Muito embora, vivemos numa (res) pública.

Ainda, pensam que governar
É abrir estradas,
E que problema social,
É caso de polícia!

Será que alguém deseja negar
Que “o passado tem relação ativa com o presente”,
Como nos diz um historiador Francês?

Qual foi a mudança de roteiro em nosso torrão?
Agora vamos chorar pelo leite derramado?
A derrama que o povo nos cobrou
Foi dizer você foi que o ressuscitou!




sábado, 20 de outubro de 2012

PENSAR


Pensar
Gildo Alves Bezerra

Nosso agir
É pensar no outro
Combater as injustiças sociais e econômicas...
É pensar e agir.
Sorrir... Sorrir pra quem quer ver a miséria
Sumir.
A partir
Do seu agir.

Combater o bom combate
É lutar contra as opressões
De quem luta contra os trabalhadores
Em especial os professores.

Negar os direitos dos educadores
É construir a injustiça
É construir a exclusão: social, econômica e política.
Mas, esperar o que dos conservadores?
Sejam eles prefeitos, governadores, juiz ou desembargadores.
Eles desejam esquecer que outro dia precisaram dos educadores
Hoje seus sentimentos são de senhores!

Até criminalizam a luta dos seus libertadores
Os educadores...

São profissionais - censores
De quem te demonstrou a existência: da liberdade,
Da justiça,
Da solidariedade,
Do humanismo,...

Mas, não aceitamos de bom grado suas opções de vida.
Entretanto, Respeitamos o direito de vocês apoiarem
Quem nega o Estado Democrático de Direito.
Só desejamos que algum dia possam lembrar-se das lições: de liberdade,
Justiça e solidariedade ...
Ensinadas pelos educadores
Seus libertadores...

Como é o seu agir meus eternos educandos?
Ainda lhes dar a liberdade de sorrir? ...  de Sonhar?
Nossos educadores continuarão formando Administradores, legisladores e defensores da justiça!
Somos construtores de sonhos
Aliás, carregadores (as) de sonhos.

Não sejam construtores de castelos de areia!
Mas, defendam a liberdade de quem ainda precisa brincar
Todos os dias
E de quem percebe a necessidade de ensinar
“As lições de alegria”
E não de agonia!