quarta-feira, 5 de março de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Quem são os prefeitos(as) que receberam as medalhas de piores administradores?
Medalhas
Maldita
Gildo Alves Bezerra
Conto para você
Algo que me envergonha
Como ser.
Mas, sei que tudo isso
É preciso dizer.
Como pode
uma cidade
Antes
considerada a “Atenas Sergipana”,
Por causa
da sabedoria
De parte
do seu povo.
Hoje,
receber essa medalha maldita?
Consta dos dados de uma revista bendita,
A revista Paulo Freire.
Ela serve para a formação político-pedagógica do
Síntese.
Sindicato que tem como tese
Lutar
pela educação pública de qualidade social
E as demais políticas públicas
Em
geral.
Com a divulgação dos resultados da Prova Final,
Mecanismo que busca avaliar
As políticas educacionais
A partir de cincos eixos estruturantes: Valorização
Profissional;
Gestão Democrática; Qualidade social do ensino;
Garantia de direitos do plano de carreira e Estatuto;
E Condições de Trabalho.
Então,
só para esclarecer
Quem
acaba de receber
A
Medalha maldita
Que
coloca Laranjeiras
Entre as
três piores
Cidades
avaliadas na prova final.
É a administração
local
Pelo
descaso com a educação.
Então, a administração de São Cristóvão é a pior
Logo depois vem a prefeitura de Malhador e
Laranjeiras que também entra neste quadro de negação
Do direito a educação.
Entre 74 cidades: São Cristóvão, Malhador e Laranjeiras
Demonstra serem as três piores administrações na educação.
Os prefeitos destas cidades receberam respectivamente as seguintes
notas: 0,5; 1,3 e 1,8.
Mas, tudo isso denota o descaso de Prefeita e Prefeitos com a educação.
Mas, entendam como um alerta o quadro a seguir
Os
Políticos Neoliberais “querem a redefinição das funções do
Estado,
A restrição dos direitos e fortalecimento do mercado
Com o aprofundamento de exploração e dominação dos
trabalhadores”.
Se administradores quiserem a educação melhorar
E melhores notas tirarem
A lição deve aprender
Os professores querem Valorização Profissional;
Gestão Democrática; Qualidade social no Ensino;
Garantia de Direitos do Plano de Carreira e Estatuto; e Melhores
condições de Trabalho.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Qual miséria e onde?
A
miséria: Quanto vale ou é por quilo?
Gildo
Alves Bezerra
Na escola da vida temos que refletir
De qual lado desejamos ficar?
Essa é a questão “a
história de todas as sociedades existentes até hoje é a história das lutas de
classe”.
No Brasil do Racismo intelectual
Produzido pela exploração do índio e do negro
Você ainda vai continuar a produzir “a ignorância da
diversidade”?
E também dizer que isso é desenvolvimento humano?
Mas, o pior cego é aquele que não quer ver!
Que a exclusão reina galopantes por todos os cantos
de nossa cidade!
Negam a história dos
negros e dos índios.
Negam o direito a
memória coletiva
Com a “ignorância da
diversidade”!
A elite
diz pra que a educação?
Educação para igualdade!
Essa é outra questão “o que é exploração”?
E qual é o papel da força de trabalho
No verdadeiro desenvolvimento humano
De nossas cidades?
Negam a história
dos negros e dos índios.
Mais outra questão - quem é a burguesia?
Qual é o papel da oligarquia nesta construção?
A
miséria não nos deixa perceber a opressão?
Essa não é só minha questão
Deveria ser a nossa questão!
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Reflexão a partir de Neruda.
O
Tempo que não se perdeu
Pablo Neruda
Não se contam as ilusões
Nem as compreensões amargas,
não há medida para contar
o que não podia acontecer-nos
o que nos rondou como besouro
sem que tivéssemos percebido
o que estávamos perdendo.
Perder
até perder a vida
É viver
a vida e a morte
Não são
coisas passageiras
Mas sim
constantes, evidentes,
A continuidade
do vazio,
O silêncio
em que cai tudo
E por
fim nós mesmos caímos.
Ai! O que esteve tão cerca
Sem que pudéssemos saber.
Ai! O que não podia ser
Quando talvez podia ser.
Tantas
asas circunvoaravam
As montanhas
da tristeza
E tantas
rodas sacudiram
A estrada
do destino
Que já
não há nada a perder.
Terminaram-se os lamentos.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Quem são os malungos?
Malungos
Gildo Alves Bezerra
Não somos mais o companheiro
Durante a desafortunada viagem
Dos navios negreiros.
O momento é outro
Mas, precisamos nos sentir
Como malungos.
Os mares são outros
Mais a tormenta da exclusão social, da desigualdade,
Da injustiça continua.
O tumbeiro do momento é o deus mercado
Fragmentando as identidades do indivíduo e da nação
Visando o controle da consciência coletiva.
O indivíduo sozinho pouco
Representa em termos de exigir mudanças sociais.
Perdem-se as esperanças e o entusiasmo para ações coletivas.*
O deus mercado
Desqualifica todo o processo
De agrupamento social
Com propósito transformador.
Temos que perceber quem é que deseja ser o timoneiro
Do navio tumbeiro
Do deus mercado.
Aos sem-história e identidade resta comprar
O indivíduo sem identidade é um perdido
Ele não formará fileiras
Não ameaça o status quo. *
Voltemos ao passado
Para sermos companheiros
Malungos
Em defesa da igualdade e
da justiça social.
Em um céu todo estrelado
De sonhos, de alegrias
A partir da construção coletiva
Da socialização da produção econômica , política, social etc.
* Ver-Cuti.
Gildo Alves Bezerra
Não somos mais o companheiro
Durante a desafortunada viagem
Dos navios negreiros.
O momento é outro
Mas, precisamos nos sentir
Como malungos.
Os mares são outros
Mais a tormenta da exclusão social, da desigualdade,
Da injustiça continua.
O tumbeiro do momento é o deus mercado
Fragmentando as identidades do indivíduo e da nação
Visando o controle da consciência coletiva.
O indivíduo sozinho pouco
Representa em termos de exigir mudanças sociais.
Perdem-se as esperanças e o entusiasmo para ações coletivas.*
O deus mercado
Desqualifica todo o processo
De agrupamento social
Com propósito transformador.
Temos que perceber quem é que deseja ser o timoneiro
Do navio tumbeiro
Do deus mercado.
Aos sem-história e identidade resta comprar
O indivíduo sem identidade é um perdido
Ele não formará fileiras
Não ameaça o status quo. *
Voltemos ao passado
Para sermos companheiros
Malungos
Em defesa da igualdade e
da justiça social.
Em um céu todo estrelado
De sonhos, de alegrias
A partir da construção coletiva
Da socialização da produção econômica , política, social etc.
* Ver-Cuti.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Quais são os dois pontos fundamentais para quem quer democratizar nossa democracia?
Dois
pontos fundamentais para democratizar nossa democracia
Sem orçamento, política pública é mera intenção
O Estatuto da Igualdade Racial prevê que os
orçamentos da União, Estados, Distrito Federal e municípios devem separar
recursos para os programas e ações de promoção da igualdade.
Educação igualitária
Ao Estado, cabe produzir materiais
didático-escolares, subsidiar a formação inicial e continuada de
professores, financiar estudos e pesquisas e orientar os sistemas de ensino na implementação
de políticas educacionais igualitárias.
Cabe-nos refletir sobre o termo Estado.
Então, Como entender e aceitar a discriminação praticada por qualquer ente da
federação quando não paga o piso salarial nacional do magistério? Vejam a
passagem a seguir: “Ao Estado cabe. subsidiar a formação inicial e continuada
de professores,...”. Mas, discriminação e a desvalorização daqueles que fazem a
formação continuada é que vivenciamos!!!
Cabe a vocês perceberem quem são os
administradores: Prefeitos e Governadores que discriminam e desvalorizam os professores
(as) que fazem a formação continuada!!.
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