Iracema
Gildo Alves Bezerra
Dor e ilusão.
Fazem parte
Nesta parte
Ontem e hoje o odor
Da res privada.
Sempre baseada
Na propriedade privada
Latifúndio
Exportação
Exploração
misÉRiA?
Ainda! Aqui tudo se
plantando dar!
No agronegócio
Riquezas
São produzidas
Para exportar
E miséria
Pra quem fica cá.
Violência
Existe
Pra quem quer
Ver a terra
Dividida.
Também “a triste partida”
Para quem a cerca
A cena
Com a saída – a favela.
E as velas,
A violência
Estarão a te dizer
Vejam tuas belezas:
Na Música, danças etc.
Na forma e conteúdo
De ascensão social.
Quando no novo
Palco
Não encene
Seca mas a cerca.
Iracema
A cerca
Ainda te diz “esta é a terra
Que sonhas te em vida”!
Seja no nordeste e sudeste
E agora no norte e centro-oeste.
A cerca é a peste
Campestre da ilusão de tudo
“aqui se plantando dá”.
Mas, as riquezas são para o dono
do agronegócio.
E seu sócio de lá
E pra cá
Para o trabalhador
Mais exploração
E privação.
Tudo de novo
É para exploração- exportação.
Aliás, tudo de um mesmo cenário.
- o domínio dos latifundiários.
Ontem e hoje
Este cenário
De uma tragédia
Em construção
De nossa nação
De exploração.
Donos do agronegócio
Mostram quem são seus aliados
Ou teus sócios
De lá e de cá.
Por que vocês
Defendem “aqui tudo temos que
privatizar”?
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