sábado, 23 de fevereiro de 2013
A Cerca
Gildo Alves
Bezerra
Nos Oprime
Reprime
Imprime
Angustia
E dor
Tudo foi o
latifundiário
Quem mandou.
A quem da
palavra
Faz seu
labor
Negando os
direitos
Dos professores.
Pensa que
pra sempre nos calou.
Mas, nós
somos educador.
Usaram a
força da tortura,
A censura,
Suas origens
de ditador
Quem sempre
lutou
Contra os direitos do professor
E demais
trabalhador?
Nossa ciência
sapiência
é de educador.
Sabemos que são vocês
O que pretendem
A não ser a concentração
De riquezas.
Alguns golpistas
São latifundiários:
De terras, comunicação, da justiça etc.
Por ai no poder
Muitos golpistas
Estão a ditar
E rolar
A mandar e desmandar.
A história algum dia
há de mudar
Pão e circo
Não será a ilusão
Para controlar minha
Nação.
Então, não teremos mais golpista civil-militar.
A mandar e demandar.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Iracema
Iracema
Gildo Alves Bezerra
Dor e ilusão.
Fazem parte
Nesta parte
Ontem e hoje o odor
Da res privada.
Sempre baseada
Na propriedade privada
Latifúndio
Exportação
Exploração
misÉRiA?
Ainda! Aqui tudo se
plantando dar!
No agronegócio
Riquezas
São produzidas
Para exportar
E miséria
Pra quem fica cá.
Violência
Existe
Pra quem quer
Ver a terra
Dividida.
Também “a triste partida”
Para quem a cerca
A cena
Com a saída – a favela.
E as velas,
A violência
Estarão a te dizer
Vejam tuas belezas:
Na Música, danças etc.
Na forma e conteúdo
De ascensão social.
Quando no novo
Palco
Não encene
Seca mas a cerca.
Iracema
A cerca
Ainda te diz “esta é a terra
Que sonhas te em vida”!
Seja no nordeste e sudeste
E agora no norte e centro-oeste.
A cerca é a peste
Campestre da ilusão de tudo
“aqui se plantando dá”.
Mas, as riquezas são para o dono
do agronegócio.
E seu sócio de lá
E pra cá
Para o trabalhador
Mais exploração
E privação.
Tudo de novo
É para exploração- exportação.
Aliás, tudo de um mesmo cenário.
- o domínio dos latifundiários.
Ontem e hoje
Este cenário
De uma tragédia
Em construção
De nossa nação
De exploração.
Donos do agronegócio
Mostram quem são seus aliados
Ou teus sócios
De lá e de cá.
Por que vocês
Defendem “aqui tudo temos que
privatizar”?
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Cortina de fumaça
Cortina
de fumaça
Gildo Alves Bezerra
A fome, pobreza, miséria
Gerada durante a seca
no nordeste!
Há quem conteste.
-mas, existe outro fundo,
Determinante neste cenário,
Do que dizem os jornais diários.
É A CERCA!
Quem manda
E DESMANA
É O LATIFUNDIÁRIO,
DONO DAS TERRAS E
DOS JORNAIS SEMANÁRIOS
DOS JORNAIS SEMANÁRIOS
OU DIÁRIOS.
A notícia é
diferente.
Mas, quem
sofre é nossa gente.
-A
concentração de terras
Gera a
pobreza, a fome, a miséria, a opressão etc.
- o
latifúndio dos meios de comunicação.
Tentam criar
outro cenário,
Dizendo que é seca.
Essa elite fica sorridente
Quando nossa gente
Acredita nesta ilusão
- da seca.
Então, no palco da ilusão
Surge uma cortina de fumaça
Esconde o verdadeiro motor de nossas desgraças.
O PODER DOS DONOS!!!!
E os donos do Poder?
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