quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Quem são "os foras da lei" em Laranjeiras


“OS Foras da Lei”
É uma vergonha perceber que o Município de Laranjeiras, um dos mais ricos do Estado de Sergipe, é o único que quebrou a carreira dos profissionais do magistério e desrespeita a nossa CONSTITUIÇÃO Federal, Lei do Piso, a LDB e também a lei municipal, 23/2009 (art. 29-Fica assegurado nos termos da Constituição Federal revisão geral anual da remuneração dos profissionais do Magistério público do Município de Laranjeiras sempre na mesma data de janeiro e sem distinção de índices). Como os administradores de Laranjeiras não perceberem que eles apresentam um atestado de insapiência ou querem achar que somos nós que não entendemos o que significa “sem distinção de índices”?
Todo esse cenário dos "foras da lei": Prefeita Ione Sobral; Vereadores: Mauro, Ceiça, Carmem, Luciano e Brasilina. Cabem as seguintes perguntas: Qual o respeito que essas pessoas têm com a educação e com a população de Laranjeiras, Esses Ditadores sabem que a educação é fundamental no desenvolvimento Econômico-social dos filhos dos trabalhadores do município? Ou é sua origem latifundiária é que determina a forma e o conteúdo de como administrar Laranjeiras, Dizem que é "Laranjeiras da gente". Mas, Qual é o conceito que a prefeita e supracidos vereadores têm de gente? Será que é para a população não perceber a injustiça e a exclusão social presente principalmente entre os afrodescendentes?
Nem direito a memória os afrodescendentes tem. VISTO QUE, NÃO SE CRIA AS CONDIÇÕES PARA A EFETIVAÇÃO DA LEI FEDERAL 10639/2003. POR QUE SERÁ? “Mas, a memória coletiva é não somente uma conquista, é também um instrumento e um objeto de poder”, Le Goff. Então, Percebam porque a prefeita e os cinco vereadores não valorizam os profissionais do magistério com o pagamento do piso salarial nacional e com a implementação de política de formação continuada para os professores algo fundamental visando uma educação de qualidade social.
 A educação merece respeito. E o respeito inicial a educação é pondo em prática as leis do nosso país. Mas, Isso em Laranjeiras do patrimonialismo é pedir demais! Aqui são famílias de donos de terras que revezam no poder.
Então, Como comemorar 180 de independência da cidade neste cenário de injustiça e desrespeito ao um direito fundamental para o desenvolvimento da população que é a educação? A educação não pode ser vista como gasto, como pensam os conservadores e sim como investimento social, como pensam aqueles que desejam uma sociedade justa e igualitária. Para não serem “foras da lei” o respeito ao Estado democrático de direito deve ser o princípio a ser seguido por administradores (Presidente, governadores e prefeitos) e legisladores (Senadores, deputados e vereadores). Mas, isso em Laranjeiras parece que é exigir demais!

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